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Fadiga de Escolha |
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Coisas
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De acordo com pesquisadores de felicidade (sim, eles existem, e este que vos fala está entre eles), nós estamos menos felizes do que costumávamos ser. Existe um número de razões bem estudadas e documentadas para isso, e algumas poucas bem óbvias (fome, pobreza, doença e guerra), mas, surpreendentemente, uma das principais causas de infelicidade, pelo menos nos países desenvolvidos, é nossa superabundância de escolhas. Nas últimas décadas, as taxas de depressão tem aumentado significativamente em todo mundo, uma curva que corresponde com o aumento na escolha, indicando que, talvez, ter muitas opções de escolha pode levar a estresse, ansiedade e incerteza.
"Fadiga de escolha" parece ser um contrasenso, porque poder escolher é bom, certo? Bem, não tão rapidamente. Nossa cultura de consumo é incansável, e quanto mais escolhas tivermos - quanto mais informações formos bombardeados - mais esforço temos que investir em avaliar nossas opções, e mais provavelmente ficaremos insatisfeitos com o desfecho.
Quanto mais opções nos são dadas, mais pobres ficam nossas habilidades de tomada de decisão. A maior parte de nós não gosta de comércio e evitamos fazer escolhas até o momento em que realmente precisamos: o processo de tomada de decisão é recheado de maus sentimentos desde o princípio. Ao mesmo tempo, a maior parte de nós não se sai muito bem lidando com incerteza e estimando chances, especialmente quando não temos informações suficientes para calcular apropriadamente as probabilidades. Após gastar tanto tempo pesando o custo-benefício e tentando peneirar um dilúvio de informações, nossas expectativas crescem tão alto que frequentemente ficamos desapontados quando o desfecho não é tão perfeito quanto esperávamos. A satisfação do consumidor não é nada mais do que o milagre da realidade coincidindo com nossas expectativas.
O que é pior, nós frequentemente adaptamos a nossa abundância de escolhas escolhendo às coisas a esmo e adquirindo mais do que precisamos. Quanto mais possuimos, mais nos tornamos acostumados às coisas que nos cercam, e menos especiais elas se tornam. Isto não é para dizer que o único remédio para a fadiga de escolha é se livrar da escolha completamente. Ao invés disso, precisamos encontrar caminhos de manter uma cabeça equilibrada quando fazemos escolhas, e manter uma distância equilibrada entre o fascínio desestabilizante da publicidade e nós mesmos.
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Freecycle |
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Coisas
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O que nós temos quando combinamos a economia dos presentes, pensamento sustentável e craiglist.com? Freecycle.org, um fantástico "eBay reverso" para as coisas que já não mais precisamos.
A premissa é simples: você se junta a uma lista de e-mails de "freecycling" da sua comunidade local, na qual as pessoas disponibilizam as coisas que de outra forma iriam para o lixo, ou dariam para a caridade, ou simplesmente deixariam ao léo. Na última contagem, já havia centenas destas listas espalhadas pelo mundo, em comunidades pequenas ou grandes.
A Internet é fabulosa em construir mercados mais eficientes, e existe até mesmo um mercado para as coisas que de outra forma jogaríamos fora. Claro, você pode colocar aquela caixa de cabos de computador no eBay ou no Mercado Livre, mas seu tempo é melhor gasto fazendo outras coisas. O que você realmente se preocupa é em evitar que estes cabos acabem em um depósito de lixo. Se existe alguém que deseja aparecer e levá-los embora, mesmo que use somente um, o resultado será uma redução no desperdício. Além do mais, se ele utilizar apenas um cabo e então vender o resto pela internet para auferir lucro, melhor para ele. Qualquer coisa para manter os cabos longe do lixão. Este é um modelo exemplar de um pensamento do tipo ganha-ganha.
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Pegadas ecológicas - Ecological Footprints |
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Coisas
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Uma forma de envolver nossa mente acerca das implicações de bilhões de pessoas compartilhando um pequeno planeta é fazer um pouco de matemática: divida a parte usável do globo pelo número de pessoas que querem utilizá-lo. Isso nos dá um senso de qual seria uma porção equitativa para cada um de nós. Para ser justo, entretanto, não deveríamos usar tudo imediatamente. Nossos filhos e netos podem querer comer, beber e respirar também, então deveríamos provavelmente retirar apenas aquilo que a natureza consiga repor.
Quanto de Natureza está disponível para cada pessoa? Para iniciar a localização do ponto de equilíbrio entre o uso dos recursos que necessitamos e minimizar as repercussões do nosso consumo, precisamos acessar nossa contribuição individual aos problemas planetários. Um dos pensadores que tem analisado estes fatores é Mathis Wackernagel, que propôs que analisemos nosso próprio impacto ambiental como uma pegada. Nossa “pegada ecológica” representa as ramificações de todos os vários componentes de nossas vidas, desde a comida e a energia de nossas casas até o transporte e onde nós vivemos.
Usando um questionário online simples, conhecido como o Questionário da Pegada Ecológica, nós podemos medir nossa pegada ao informar detalhes sobre nossas vidas e hábitos em uma calculadora. Ao final, temos um resultado que indica quantos hectares de terra cada um de nós requer para suportar nosso atual estilo de vida.
De acordo com a Global Footprint Network, a pegada ecológica média é de 5,4 acres (2,2 hectares) por pessoa. Mas é importante não olhar somente para a média, porque alguns de nós tem uma pegada muito maior do que outros. Um americano médio, por exemplo, usa 24 acres (10 hectares), enquanto um chinês médio usa apenas 4 acres (1,6 hectares), e um paquistanês apenas 1,5 acres (cerca de 0,6 hectar)
O número que resulta de nosso teste é simbólico, obviamente. A terra jamais será cortada em pedaços individuais, nem poderia, já que as porções continuamente diminuem à medida em que os recursos murcham e a população explode. Nosso próprio escore nos dá um bom senso sobre quão distantes estamos de um nível razoável de uso pessoal dos recursos que o planeta oferece - mas também devemos considerar o fato de o quanto o planeta poderá resistir a tantas e tamanhas pegadas. O pé gigantesco das nações industrializadas deixa pouco espaço para as necessidades sempre crescentes das nações em desenvolvimento.
Existem agora um número de diferentes variações do Questionário da Pegada Ecológica. Como uma ferramenta conceitual, o questionário pode ter efeitos profundos em como nós fazemos escolhas e direcionamos nossos estilos de vida em direção a uma taxa mais sustentável de consumo.
Teste a sua pegada ecológica aqui: http://www.myfootprint.org/
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Questionando o Consumo |
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Vivemos em um mundo pequeno, que se torna menor a cada minuto. Se, por um lado, podemos ver aspectos positivos como a união de redes sociais, o gerenciamento de negócios e o aprendizado sobre lugares e pessoas que estão fora da nossa proximidade física, o planeta também está encolhendo por uma razão não muito auspiciosa: estamos utilizando-o de forma excessiva. A cada ano cortamos mais florestas, criamos mais gado, dirigimos distâncias maiores, produzimos mais lixo. E como já estamos utilizando mais do que o planeta consegue produzir, a cada ano a natureza tem menos a oferecer. Para piorar, parece que a espiral está acelerando, e a distância entre a sustentabilidade e a prática do dia-a-dia está se alargando.
Para usar menos nosso planeta e nos tornarmos consumidores responsáveis, temos que perguntar a nós mesmos uma questão fundamental: do que realmente precisamos? A relação entre riqueza material e bem-estar parece ser proporcional: quando uma aumenta, a outra também. Entretanto, medidas de riqueza e saúde só crescem juntas até um certo ponto, e então o padrão muda. De fato, pesquisas nos mostram que, após um nível básico de conforto, a felicidade através de diversas culturas não está relacionada ao luxo material.
Reduzir nossos próprios níveis de consumo nos faz poupar dinheiro e elimina atravancamentos desnecessários em nossas vidas. Em uma era de supermercados e megalojas gigantescas e de marketing viral, a maior parte de nós busca quantidade ao invés de qualidade, atraídos pela facilidade de comprar mais coisas baratas. Quando nos tornamos conscientes acerca do que compramos, terminamos possuindo mais espaço para apreciar os objetos que nos cercam, e o que possuimos atualmente acaba por nos fazer mais felizes.
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Coisas |
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Coisas
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Nossas coisas nos definem.
O que compramos, o que usamos, o que mantemos e o que jogamos fora, o que desperdiçamos e o que economizamos: as coisas que nos cercam e seu fluxo através das nossas vidas são indicadores-chave dos tipos de vida que levamos. Ser um afluente cidadão do século XXI significa flutuar em um mar de objetos materiais - cada um com sua própria história e futuro.
Eles podem estar escondidos dos nossos olhos, mas em termos globais práticos, estas histórias e futuros tendem a ser os aspectos mais importantes das coisas que possuímos. No momento em que rasgamos a embalagem de um novo brinquedo, este brinquedo já é o fim de uma história que envolveu a mineração de metais, o bombeamento de petróleo, a operação em enormes fábricas, o envio em grandes contâineres de carga, a impressão de materiais de embalagem, a compra de publicidade, o posicionamento nas prateleiras das lojas e, finalmente, a compra e posterior utilização do brinquedo. Simplesmente comprar, digamos, um novo laptop, nos conecta com uma teia de atividades que alcança o planeta.
Uma outra história começa quando jogamos fora nosso velho laptop. Ele pode encontrar um curto caminho ao lixão municipal, onde ele permanecerá, enterrado entre uma montanha de lixo, sendo corroído e lentamente deixando vazar químicos tóxicos por uma centena de anos. Ele poderá, por outro lado, ser enviado para a China, onde suas placas de circuito serão retiradas e trabalhadores mal pagos irão extrair à mão os metais valiosos que eles contém. Partes do corpo de titânio do laptop podem ser vendidas e derretidas para outros propósitos. A maior parte do resto acabará em um depósito de lixo aberto, onde crianças irão selecionar alguns itens das sobras eletrônicas dissecadas.
O que é verdade para nosso novo laptop é verdade para qualquer produto que comprarmos: o que atualmente compramos da loja, como diz o expert em design sustentável William McDonough em seu livro Cradle to Cradle, é apenas a ponta de um vasto iceberg material, uma pirâmide gigantesca de recursos extraídos e combustível queimado, lixo tóxico e trabalho mal pago. De forma similar, nosso uso do produto apenas marca o começo de um novo ciclo - o produto passará a maior parte de seu tempo decaindo em um lixão em algum lugar. Um isopor pode ficar apenas 15 minutos segurando a comida chinesa que almoçamos, mas pode facilmente ficar uma centena de anos decompondo em um depósito de lixo.
O primeiro problema com a vida secreta de nossas coisas é que ela esconde de nós as consequências de nossas ações.
O segundo problema é, a maior parte do tempo, que estas consequências não são legais.
As montanhas de desperdício que fogem aos nossos olhos quando compramos algo e depois jogamos fora sufocam o planeta com venenos mortais, põe em perigo nossa saúde, arruínam nossos sistemas naturais (navegadores encontraram vastos oceanos de lixo flutuando em águas internacionais), e forçam nossos companheiros humanos a trabalhar em condições nas quais muitos de nós jamais aceitaríamos para nós mesmos. O sistema hoje nos obriga a tomar parte na criação de uma montanha de problemas a cada vez que passamos nossos cartões de crédito.
Entretanto, as mudanças estão acontecendo: as coisas com as quais convivemos diariamente estão evoluindo, se tornando mais leves para o planeta, mais justas às pessoas em todos os lugares e mais seguras à saúde.
Já existem produtos na prateleiras e nos showrooms que podem nos ajudar a fazer melhor, nos ajudar a transformar a montanha de desperdício que criamos hoje na pequena colina de amanhã. Nos textos que se seguirão, iremos explorar como encontrar estes produtos verdes e como fazer boas escolhas dizendo respeito a tudo desde roupas a carros, cafés a computadores.
Mas não precisamos parar aí. Nós sabemos mais do que nunca sobre como encontrar as “vidas ocultas” das coisas. Agora temos acesso a todo tipo de informação sobre os ciclos de vida dos produtos - informações que nos dão a capacidade de fazer escolhas melhores. Mais importante, à medida que a informação sobre tudo desde a toxicidade dos materiais até a eficiência das máquinas se torna pública, aberta, uma nova onda de designers está emergindo, e eles estão se debruçando em transformar impactos montanhosos em travessias ecológicas.
Uma evolução mais radical no design está a caminho, uma nova geração de coisas está surgindo. Imagine coisas que usem pouquíssima energia, que são feitas sem químicos tóxicos, e que são completamente recicláveis, que não machucam ninguém - nem mesmo a natureza - mas que levam a cabo sua função melhor e que duram mais do que os que temos hoje em dia.
Estes produtos ainda vivem majoritariamente nas telas de computador de designers de vanguarda, mas isto está mudando rapidamente. E nós temos o poder de fazê-lo mudar ainda mais rapidamente. Nós podemos não ser designers, mas somos todos consumidores do que é desenhado. Ao escolher colocar nosso dinheiro neste ou naquele produto e mostrar que desejamos coisas mais inteligentes - que insistimos na qualidade sem a culpa - nós podemos ajudar a impulsionar esta transformação.
Nós temos o poder de escolher o mundo no qual vivemos e, através das nossas decisões de compra, nos revelamos esse mundo todos os dias. |
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Vamos à Feira? |
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Alimentação
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Com a crescente busca de alimentos saudáveis e "ecologicamente corretos", o favorecimento da agricultura local orgânica cresce rapidamente em todo país. Uma das melhores formas de valorizar o produtor local é comprar diretamente dele em pequenas feiras livres onde os próprios agricultores ou pequenos comerciantes trazem sempre frutas, legumes, verduras e temperos fresquinhos para o consumidor.
O estímulo à formação de uma feira livre em sua cidade ou bairro, mesmo que ocorra somente uma vez por semana, pode trazer vários benefícios a você e à sua família, entre eles:
Comprar tudo fresquinho
- Os feirantes geralmente colhem os produtos naquele mesmo dia, logo cedinho, ou no máximo no dia anterior.
Exercitar o paladar
- A variedade de cada produto geralmente é maior do que no supermercado e você poderá conhecer alimentos dos quais nunca ouviu falar antes
Trocar receitas
- Como preparar quiabo sem babar? Um dedo e meio de prosa com o dono da barraca e você sai formado em alta quiabonomia.
Comprar a granel
- Você mora sozinho e quer comprar três bananas mais maduras e três mais verdes? Sem problemas.
Conhecer gente nova
- A feira é um ponto de encontro da vizinhança do seu bairro. Além de botar a conversa em dia, dá até pra paquerar um pouquinho.
Bater perna
- Aproveite para acordar cedo, deixar o carro em casa e andar pelas ruas de seu bairro. A paisagem muda conforme a hora do dia.
(adaptado livremente do artigo de Lívia de Almeida para a revista Vida Simples) |
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Coleta seletiva de lixo |
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Ecologia e Sustentabilidade
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Uma das prioridades em toda e qualquer localidade é organizar um sistema de coleta seletiva de lixo. Caso essa coleta não seja organizada pela força instituída, deve-se proceder com educação dos moradores e estímulo à coleta. Seleção de coletadores voluntários, organização em forma de cooperativa e distribuição justa da renda derivada da venda dos materiais passíveis de reciclagem.
Para que exista um sistema de coleta seletiva de lixo eficaz, possibilitando o máximo de reciclagem dos materiais que podem ser reutilizados, necessita-se de pelo menos duas coisas para iniciar o processo:
1 - Voluntários ou trabalhadores para organizar Pontos de Coleta
2 - Informar a Comunidade acerca dos Pontos de Coleta
É claro que nada disso adianta se não houverem pessoas dispostas a trabalhar com a reciclagem dos resíduos coletados. Uma série de palestras públicas com divulgação através das Associações de Bairro pode esclarecer a população e encontrar voluntários ou pessoas que possam desejar engajarem-se em tempo integral fazendo da coleta e reciclagem uma profissão (bastante rentável, por sinal)
A doutora Marta Pinheiro Veloso escreveu um elucidativo artigo acerca d'Os catadores de lixo e o processo de emancipação social. Recomenda-se a leitura para quem deseja iniciar a trabalhar com lixo e reciclagem.
O CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 1992 por empresas de diversos setores e produz uma série de manuais para instruir com detalhe como organizar uma cooperativa de catadores e uma pequena indústria de reciclagem em sua região.
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Deixe seu recado |
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Comércio e Serviços
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Muitas empresas utilizam canais como os SACs (Serviços de Atendimento ao Consumidor), ombudsmen, e-mails e a tradicional caixinha de sugestões. Algumas, entretanto, não disponibilizam nenhum destes meios para o cliente sugerir melhorias. Isso vale principalmente para pequenas lojas, estabelecimentos comerciais, prestadores de serviço e autônomos.Para esses casos, sugerimos um sistema simples mas que pode ser eficaz se feito de forma educada e simpática: em sua casa, escreva em letra bem legível uma carta com sua sugestão escrita de forma clara e sincera e, na próxima visita ao local em questão, entregue a carta dentro de um belo envelope para o proprietário ou gerente do estabelecimento. Não esqueça de, na carta, deixar alguma forma de contato como o seu telefone, endereço ou endereço de e-mail. Talvez você se supreenda dali a alguns dias...
O diálogo pacífico e educado neste caso pode ser a melhor saída. A chance de você promover uma mudança benéfica no estabelecimento ou no serviço prestado é muito maior desta forma do que se for através de queixas ostensivas e mal-educadas.
Ainda há a possibilidade de, em caso de não haver resposta ou não haver melhorias, escolher outro serviço da região.
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Projeto Correspondentes |
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Inclusão Social
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A ação proposta pelo projeto Correspondentes é a troca regular de correspondências de voluntários com crianças ou adolescentes que moram em abrigos ou freqüentam núcleos sócio-educativos.
A troca de correspondências possibilita a vivência de um vínculo afetivo, recíproco, além de um exercício constante de reflexão que auxilia na construção e reconstrução da história de vida dos participantes.
O processo de troca de cartas e a instrumentalização do voluntário para produzi-las, bem como o suporte técnico necessário ao desenvolvimento do trabalho nos abrigos e núcleos sócio-educativos é de responsabilidade da coordenação do InPróS (Instituto de Projetos Sociais).
Para ser um parceiro nesta idéia, entre em contato com o InPrós. Se estiver participando da iniciativa, contate a Coolméia e conte-nos sua experiência.
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Merenda escolar feita e colhida na escola |
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Alimentação
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Nem todas escolas possuem espaço físico para a criação e manutenção de uma horta para suprir a demanda necessária para a merenda escolar. Mas será que a utilização, mesmo que de pequenos espaços como jardineiras suspensas ou pequenos canteiros de madeira em áreas ensolaradas da escola poderiam motivar os alunos nas aulas de ciências e ainda estimular o valor por alimentos orgânicos e sem agrotóxicos na criança e na sua família.
Imagine agora se, nesta mesma escola, depois de aprender a plantar, colher, lavar bem os alimentos a criança ainda aprender a prepará-los de forma saudável aproveitando ao máximo os nutrientes de todas as porções das frutas, legumes e verduras colhidos?
São lições com valor inestimável que serão levadas para uma vida inteira e podem mudar sensivelmente a relação das crianças com a Natureza e com a noção de produção e consumo de alimentos naturais e industrializados. Um prato cheio para os professores de Química, Geografia e Ciências.
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